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Governo Bolsonaro vai à ONU contra a perseguição de cristãos

O governo do presidente Jair Bolsonaro denunciou na Organização das Nações Unidas (ONU) a perseguição que sofrem cristãos em locais onde são minoria.

O secretário Nacional de Proteção Global, Sérgio Queiroz, ligado ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, esteve em evento da ONU em Genebra para denunciar a perseguição aos cristãos. Em seu Instagram, ele disse que foi “politicamente incorreto” no evento, organizado pelo Brasil, pela Polônia (que conta com um governo conservador) e pelo Iraque para tratar da violência e perseguição por razões religiosas em todo o mundo.

“Em minha fala, fui ‘politicamente incorreto’ e fiz questão de enfatizar uma inconveniente verdade de que, embora diversas religiões sofram em países onde são minoria, os Cristãos são o grupo mais perseguido no mundo, de acordo com recentes relatórios, especialmente em países onde o Cristianismo é proibido”, afirmou.

O evento contou ainda com o apoio da ONG ADF Internacional, que dentre suas pautas defende o ensino domiciliar e o combate à ideologia de gênero. Queiroz é um dos principais nomes do ministério comandado por Damares Alves.

No discurso, o Secretário considerado um dos principais aliados da ministra dos direitos humanos, Damares Alves, lembrou que ele leu um artigo no jornal britânico The Guardian na qual ele revela que os cristãos são os mais perseguidos nos últimos anos

Na ONU, a recente posição do governo brasileiro na incorporação de posições de base religiosa em sua política externa chamou a atenção.

Queiroz, que é um pastor evangélico, lembrou que 87% dos brasileiros declaram -se cristãos e deve levar em conta “o sofrimento e perseguição” de que outros cristãos sofreram “no passado e hoje em todo o mundo. Portanto, é importante defender o direito das minorias religiosas “, disse ele.

Queiroz também defendeu que a “experiência brasileira” na defesa das minorias “inspira” lugares onde as minorias cristãs não podem ter direitos.

Por JM Notícia

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