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“Nada vai segurar o boom imobiliário”, diz o renomado empresário brasileiro Elie Horn

Passada a fase mais dura da crise que derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn. Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos.

ESTADÃO: Qual sua expectativa para o País em 2019?
ELIE HORN: Estou animadíssimo. A equipe técnica do governo é muito boa, a equipe econômica é sensacional. Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos.

ESTADÃO: O senhor acredita que o governo tem capacidade de colocar em prática as reformas e acelerar o crescimento da economia?
ELIE HORN: O governo depende da economia. Ele não tem como se sustentar sem um bom resultado da economia. E como a equipe técnica é muito boa, acredito que vai dar certo.

ESTADÃO: A melhora esperada para o País vai chegar de modo relevante ao setor imobiliário?
ELIE HORN: Com certeza. O setor imobiliário depende do País. Se o País vai bem, o setor também irá.

ESTADÃO: O senhor planeja crescimento das operações da Cyrela no próximo ano?
ELIE HORN: Se Deus quiser, vai ter crescimento. O último bimestre está indo muito bem. Vendemos em torno de R$ 800 milhões neste bimestre de outubro a novembro. Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos.

Fonte: Estadão

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