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Vigilância passará a testar para o coronavírus apenas casos de pessoas internadas

A declaração de situação de transmissão comunitária do novo coronavírus provocou uma mudança no monitoramento

A declaração de situação de transmissão comunitária do novo coronavírus no Rio Grande do Sul, anunciada na sexta-feira (20/3), provocou uma mudança no monitoramento dos casos no Estado. A partir de agora, serão investigados laboratorialmente somente os casos graves que necessitem de internação hospitalar. As definições foram descritas em uma nota informativa disponível aqui.

Para os casos leves, sem necessidade de internação, chamados de síndromes gripais, a recomendação é o isolamento domiciliar do suspeito e de pessoas que residem na mesma casa por 14 dias. A medida foi adotada já que não é mais possível identificar a fonte de transmissão da doença, o que indica que o vírus já circula entre a população. Por isso, deixa-se de trabalhar com os critérios de viagem ao exterior que vinham sendo adotados até então.

O plano de contingência para a Covid-19 está em revisão final pelo Centro de Operações Emergenciais (COE) para adequações em consonância com as orientações do Ministério da Saúde, previstas para esta semana.

As notificações feitas até agora por parte dos municípios e que já tiveram amostras encaminhadas para o Laboratório Central do Estado (Lacen) seguirão o processo de análise até serem concluídas.

Profissionais da saúde e segurança
A exceção para o protocolo estabelecido são os profissionais das áreas da saúde e segurança. Para que os contingentes de trabalho nessas áreas essenciais não baixem em virtude de afastamentos por síndromes gripais, esses profissionais serão testados (mesmo sem necessitar de internação) para o coronavírus quando estiverem com sintomas. O fluxo operacional específico para esse público será definido pelo Centro de Operações de Emergência para o coronavírus do Estado em breve.

Essa e outras estratégias de testagem (inclusive para segurança pública) serão reformuladas e orientadas em um novo documento a partir da disponibilidade de testes rápidos anunciados pelo Ministério da Saúde e da aquisição de um quantitativo extra pelo Estado.

Fonte e Foto: Ascom SES

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